Segunda-feira, Abril 30, 2007

ARTE MODERNA EXPLODE EM PARIS



Cultura 26.07.2005
Explode em Paris a arte moderna

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Reforma do Centro Pompidou estimula reorganização do acervo

Com a exposição Big Bang, o Centro Pompidou de Paris recombina obras de seu acervo numa releitura da arte do século 20 e mostra que a criação moderna parte de um procedimento de destruição.

O big bang foi o hipotético ato de destruição que deu origem ao universo. Assim como a arte moderna gerou o novo através da radical explosão dos códigos artísticos vigentes. Com a exposição Big Bang – Destruição e Criação na Arte do Século 20, o Centro Pompidou de Paris reordena seu acervo, para mostrar que – desde as vanguardas modernas – a arte avançou a partir do denominador comum da destruição e reconstrução.
Fênix renascida
"No meu caso, a pintura é uma soma de destruições. Pinto um quadro e depois o destruo, mas no final das contas não é tudo que se perde. O vermelho que eu eliminei reaparece em algum outro lugar." Assim descreve Pablo Picasso seu procedimento pictórico, mostrando que o ato voluntário da aniquilação implica a geração (espontânea) do novo.
A mostra, com quase 900 obras agrupadas em oito grupos temáticos, confronta a produção das vanguardas modernas com artistas contemporâneos e esboça relações de parentesco e continuidade. No entanto, seu movimento é mais associativo do que histórico, misturando programaticamente gêneros artísticos como pintura, desenho, design, escultura, instalações e música.
Diálogo moderno e contemporâneo
Os nus femininos cubistas de Picasso dialogam com os bronzes distensos de Alberto Giacometti. As imagens abstratas caligráficas de Jackson Pollock iluminam as paisagens urbanas cubistas de Robert Delaunay. A reconstrução da parede do ateliê de Breton delimita os arquivos de Christian Boltanski.
Na seção "Destruição", a curadora Catherine Grenier – que considera o rearranjo provisório do acervo do museu uma espécie de nova historiografia da arte – agrupa fenômenos como o deslocamento do corpo e da figura (Bacon, Warhol, Dubuffet), a desfiguração (Picabia, Baselitz, Naumann), o rigor geométrico (Buren, Mondrian), a arte monocromática (Klein, Honegger). A idéia é mostrar que o intuito da modernidade em fazer tábula rasa opera com a destituição dos objetos tradicionais da arte, radicalizada da deformação do figurativo até o extremo da redução abstrata.
Bildunterschrift: Francis Bacon, 'Three Figures in a Room' (1964)
Entre guerras e desconstruções
A seção "Construção / Deconstrução" mostra como o programa cubista, com sua deconstrução formal e analítica, vai se radicalizar numa série de procedimentos artísticos inéditos desde a valorização da transparência e do vazio como material da arte (Moholy-Nagy, Nouvel) até o aleatório e às proposições filosóficas da arte conceitual (Apollinaire, Duchamp, Cage, Art and Language).
A seção "Guerra" enfoca o século 20, com suas duas guerras mundiais e seus inumeros conflitos armados, como uma trajetória de conflito e barbárie. O posicionamento da arte foi de um engajamento político direto, ou seja, ativista, ou indireto, através da contínua subversão de formas e códigos. A pintura Execução, de Markus Lüpertz, referente à guerra dos Bálcãs, está exposta ao lado de uma maquete do Museu Judaico de Berlim, do arquiteto Daniel Libeskind.
Criação, por força das circunstâncias
Com suas demais seções, intituladas "Arcaísmo", "Sexo", "Subversão", "Melancolia", "Reencantamento", a exposição Big Bang alinha o Centro Pompidou com outros grandes museus de arte do mundo – como a Tate Modern, em Londres, e o MoMa, de Nova York – que abdicaram da ordem cronológica, para reordenar seu acervo através de critérios temáticos. O diretor do Pompidou, Alfred Pacquement, se refere a "uma experiência totalmente nova, que deverá quebrar com muitos tabus impostos pelo nosso próprio acervo".
O rearranjo do acervo do Pompidou não reflete somente o ímpeto de destruir ordens vigentes, não apenas a cronológica. O experimento de curadoria também se deve a uma emergência de ordem prática, pois os atuais trabalhos de manutenção do edifício dos arquitetos Richard Rogers e Renzo Piano obrigam ao fechamento alternado de um dos dois andares do edifício.
A exposição Big Bang pode ser vista até 28 de fevereiro de 2006 e cede lugar a mais um experimento a partir de março do ano que vem. Em 2007, marco dos 30 anos de existência do Centro Georges Pompidou, o museu reabre em grande estilo e em formato integral.
A modernidade é nossa antigüidade?

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: A primeira de três publicações sobre a 'documenta' 12

A "documenta" 12 divulga sua concepção na primeira de três revistas que precedem a exposição de Kassel. E indaga qual o papel da modernidade na arte contemporânea.
A 12ª edição da documenta de Kassel começa em meados de junho. Mas os princípios teóricos que norteiam a mais renomada mostra internacional de arte contemporânea já começaram a ser debatidos numa rede de órgãos de mídia selecionados em todo o mundo. No Brasil, a documenta é representada pelos sites Revista Trópico, Canal Contemporâneo e Rizoma.
O debate em torno da mostra de arte realizada de cinco em cinco anos foi lançado em três questões: A modernidade é nossa antigüidade? O que é a vida nua? O que deve ser feito (educação)? A idéia é reunir uma amostra das reflexões publicadas em diversos continentes em três revistas a serem lançadas antes da inauguração da exposição em Kassel, em 16 de junho.
A iniciativa de tornar a exposição parte de um discurso mais amplo sobre o papel da arte no mundo contemporâneo talvez seja o que singularize a documenta. Na edição anterior do evento, realizada em 2002 sob direção artística do nigeriano Onkwui Enwezor, a mostra em Kassel foi tratada como a última de cinco plataformas de um debate internacional marcado por reflexões em torno do pós-colonialismo.
O moderno descentrado
A primeira das três revistas da documenta, lançada em Viena no final de fevereiro, indaga o que restou da modernidade no mundo contemporâneo. Os movimentos modernistas das décadas de 60 e 70 são abordados em sua especificidade local, o que acaba revelando aspectos do projeto moderno geralmente esquecidos pela historiografia euro-americana.
Entre os projetos modernistas de relevância histórica local, mencionam-se, por exemplo, a Nova Arte Vermelha polonesa, com seu jogo em torno dos símbolos do socialismo; a revista Souffles, editada no Marrocos nos anos 60, uma tentativa de estabelecer uma literatura de vanguarda após a independência do país, em 1956; a construção do edifício que sediou a terceira Conferência das Nações Unidas de Comércio e Desenvolvimento (Unctad III), em Santiago do Chile, em 1971/72, celebrada como concretização do ideal socialista de unir artistas e operários num projeto coletivo, entre outros.
A abordagem dos desvios pelos quais a arte moderna passou em sua internacionalização desmascara exclusões na historiografia eurocêntrica. As contribuições africanas à revista denunciam o silêncio em relação a este continente como legitimação do domínio pós-colonial. Um testemunho da China aponta que as teorias ocidentais não dão conta dos pressupostos da arte moderna chinesa surgida na década de 80 e rapidamente assimilada pelo mercado internacional.
Genealogia do contemporâneo
Mas não se trata apenas de denunciar. A compreensão dos vínculos sociopolíticos regionais do projeto moderno permite entender melhor o que se produz hoje. Pelo menos esta é a convicção do diretor artístico da documenta, Roger M. Buergel. Apesar de ter mantido até agora em sigilo a lista dos artistas a serem expostos em Kassel até 23 de setembro, ele já mostrou que a contextualização histórica da arte contemporânea é uma prioridade desta documenta.
Com isso, Buergel retoma a noção de "retroperspectiva" de Catherine David, que concebeu a documenta 10 – a última do século 20 – como uma iniciativa de "lançar um olhar crítico sobre a história, sobre o passado recente do pós-guerra, sobre aquilo que preocupa a cultura e a arte contemporânea".
O que parece singularizar a concepção desta documenta, no entanto, é a pretensão de esboçar uma genealogia descentrada do contemporâneo, ao que tudo indica mais histórica e mais linear que a retroperspectiva de Catherine David. "Arte contemporânea só se entende quando se sabe de onde ela vem. Só então dá para intuir para onde ela vai", declarou Buergel recentemente à imprensa alemã, anunciando que a proporção entre passado e presente na mostra de Kassel será de um terço para dois terços e a obra mais antiga da exposição provém do século 14.
Educação estética do contemporâneo
"A documenta é um mito alemão de educação. Ela é visitada por pessoas que, no mais, nunca vêem arte contemporânea. Os visitantes precisam de fato da idéia de que a arte contemporânea não se dirige apenas a um público especializado, mas trabalha com questões que tocam a todos", explica Buergel, justificando a necessidade de traçar a genealogia do presente.
Ele parte do pressuposto de que ainda há muita resistência contra a arte moderna. Ao apontar relações até então incompreendidas, ele espera liberar no público "energias a serem transformadas".

Simone de Mello

VEJAM ESTA IMPORTANTE MATÉRIA SOBRE A GRANDE MOSTRA DE BERLIM DOCUMENTA 12

Cultura 29.03.2007
"documenta" 12 de A a Z

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Fridericianum, um dos edifícios onde a documenta é realizada

Tudo o que já se pode saber sobre a 12ª edição da "documenta" de Kassel, a renomada exposição internacional de arte contemporânea a ser realizada de 16 de junho a 23 de setembro.
A documenta é uma exposição de arte contemporânea realizada em Kassel (Alemanha) desde 1955, em intervalos de cinco anos desde sua quinta edição, em 1972.
Artistas
A direção artística da documenta 12 ainda não publicou a lista de artistas a participarem da exposição em Kassel. Os únicos quatro nomes divulgados, por enquanto:
Ferran Adria (Espanha, 1962)
Ricardo Basbaum (Brasil, 1961)
Imogen Stidworthy (Reino Unido, 1963)
Artur Zmijewski (Polônia, 1966)
Brasil
Os sites brasileiros envolvidos no projeto oficial de revistas da documenta são Revista Trópico, Canal Contemporâneo e Rizoma.
O paulistano Ricardo Basbaum, nascido em 1961, consta da lista de artistas da documenta 12.
Datas
A exposição em Kassel se realiza de 16 de junho a 23 de setembro de 2007.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Roger-Martin BuergelDireção artística
O diretor artístico é o alemão Roger-Martin Buergel. Nascido em Berlim, em 1962, estudou Arte e Filosofia em Viena, onde vive desde 1983. Co-fundador da revista springerin (Viena) e curador de diversas exposições internacionais.


Logotipo
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: O logotipo da documenta 12 foi desenhado pela artista gráfica vienense Martha Stutteregger.





Questões
A rede internacional de debates sobre a concepção da documenta 12 se orienta por três questões:
1) A modernidade é a nossa antigüidade?
2) O que é a vida nua?
3) O que fazer (educação)?
Revistas
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Primeira revista da documentaO projeto de revistas da documenta 12 é dirigido por Georg Schöllhammer.
Noventa órgãos de mídia selecionados em todo o mundo fazem parte de uma rede de intercâmbio e reflexão sobre a concepção da documenta.
Três revistas impressas reunirão amostras das contribuições internacionais. A primeira, intitulada Modernity?, foi lançada em Viena no final de fevereiro.

Terça-feira, Abril 24, 2007

NOTA: FRED SVENDSEN, EM AUTO FOTO


TARCÍSIO DE MIRANDA BURITI FILHO, LANÇA EM WASHINGTON D.C SEU PRIMEIRO LIVRO, ILUSTRADO POR FRED SVENDSEN, SÉRGIO LUCENA, FLÁVIO TAVARES, E MIGUÉL DOS SANTOS, TARCÍSIO ESTÁ PROMETENDO UMA GRANDE FESTA LÁ. ELE TEM DADO UMA FORÇA MUITO GRANDE PARA TODOS NÓS NA TERRA DO TIO SAN.

Sexta-feira, Abril 20, 2007

SALÃO DE ARTE

CLUBE MILITAR
- SEDE LAGOA - E INSTITUTO DE ARTES URCA Prezado Artista,É com grande satisfação que o convidamos a participar do 1º SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS EM HOMENAGEM ÀS MÃES, que se realizará no CLUBE MILITAR - SEDE LAGOA: Rua Jardim Botânico nº 391 - Lagoa RJ.
Para que o Salão tenha sucesso, é fundamental a sua participação. Assim encaminhamos o Regulamento abaixo, com as datas previstas, esperando contar com sua presença neste Salão de Artes prestigiando o Mês das Mães.
REGULAMENTO
TEMA LIVRE
PARTICIPAÇÃO: O Salão está aberto a todos os Artistas Plásticos, de toda e qualquer parte do território nacional, civis ou militares, na modalidade de:
PINTURA (ACADÊMICA, CONTEMPORÂNEA OU DECORATIVA)
ARTE NO PAPEL (DESENHO, AQUARELA, GUACHE, PASTEL, NANQIM, etc)
As telas deverão ter a medida máxima de 0,80 x 1,00, com ou sem moldura, e estarem com arame para serem penduradas.
INSCRIÇÃO E ENTREGA DAS OBRAS - Será feita no período de 25 de abril a 4 de maio, de 10 às 12h e de 14 às 17h, dia 28/04 - sábado de 10 às 13h. LOCAL - Clube Militar - Sede Lagoa - Rua Jardim Botânico nº 391 - Lagoa – RJ ou Atelier Vera Figueiredo - Rua Visconde de Abaeté, 105 casa, Vila Isabel - RJ, de 14 às 18h, de 2ª a 6 ªfeira.
TAXA DE INCRIÇÃO - Uma Obra R$ 70,00 / Duas Obras ou em duas modalidades R$ 100,00.Artistas de outros Estados deverão enviar as Obras até o dia 05/05, acompanhadas do pagamento, com cheque nominal à Vera Figueredo, ou quantia correspondente, ou recibo de depósito bancário efetuado na Caixa Econômica, Conta Corrente nº 0248998-3, Agência 0233 de Vera Figueredo.
JULGAMENTO: Será feito em seção reservada, com membros do meio artístico e cultural, sendo conferidos os seguintes Prêmios:Troféu Destaque - Troféu Criatividade - Medalhas de Ouro, Prata, Bronze e Menções Honrosas, para cada modalidade. Todos os artistas receberão o Certificado de Participação.
A EXPOSIÇÃO ESTARÁ ABERTA DE 08 A 16 DE MAIO no CLUBE MILITAR - Sede Lagoa.
PREMIAÇÃO - DIA 16 de maio, às 19h.
As Obras poderão ser retiradas mediante o recibo de retirada, dias16, 17 e 18 de maio no mesmo horário, IMPRETERIVELMENTE. Após este prazo, (sem justificativa) passarão ao acervo do IAU.
MAIORES INFORMAÇÕES: Vera Figueredo - E-mail - Tel: 2576.0100 - Cel: 9966.3547

Terça-feira, Abril 17, 2007

Nota do mundo das ARTES


Pintura
Sol LeWitt, protagonista da arte minimalista morre aos 78 anos
15 de abril de 2007
Sol LeWitt, o maior expoente da arte minimalista, morreu aos 78 anos, de câncer, no último domingo, dia 8, em Nova Iorque. O artista é considerado um dos maiores ícones da arte dos Estados Unidos, influenciando novas linguagens para a arte minimalista e conceitual. Nasceu no dia 9 de setembro de 1928, em Hartford, no Estado de Connecticut. Seu pai era médico e sua mãe enfermeira, ambos judeus imigrantes da Rússia. Desde o início de sua carreira, sua maior dedicação era o objetivo de mudar a compreensão das convenções pela alteração dos sentidos.Em 1996, LeWitt participou da 23ª Bienal Internacional de São Paulo e a maioria de seus trabalhos estão expostos nos principais museus de arte contemporânea dos Estados Unidos.
Suas Obras
Sol Lewitt criou, nos anos 60, experimentos baseados em estruturas compostos de elementos cúbicos ou derivados do cubo, em variações organizadas sobre uma grade, os quais denominava “estruturas modulares”. Estas esculturas estudavam a progressão de formas geométricas simples. Segundo o conceito, os volumes simples chamavam o espectador para reconstruir o retrato mental das variações possíveis de uma figura. Após esta fase, LeWitt trabalhou com murais, detalhando as relações entre concepção e percepção e também superfície e volume. LeWitt foi mais conhecido pelos seus murais. Estes, geralmente pintados nas paredes das galerias que promoviam suas exposições, sendo consideradas no final dos anos 60, como uma arte nova e radical. Seus estudos de murais pintados em paredes, foram uma das maiores concentrações do artista. A partir do final dos anos 70, cada um de seus chamados “murais desenho” eram concebidos para um local específico e refletiam influências dos afrescos renascentistas na Itália, obras pictórias desenhadas sobre parede, com base de gesso. Nessas obras, predominavam-se as cores e figuras isométricas, figuras geométricas aplicadas em outra geometria idêntica, conservando as distâncias entre os pontos e a amplitude dos ângulos.Essas isometrias foram tratadas como formas tridimensionais que eram achatadas.

FONTE: http://www.pco.org.br/conoticias/cultura_2007/15abr_sol_lewitt.html

Quinta-feira, Abril 12, 2007

OLHA O CONVITE DO WORKSHOP QUE SÉRGIO LUCENA ESTA PARTICIPANDO EM SAMPA


NÃO SÓ O SÉRGIO COMO OUTROS AMIGOS: RUBENS MATUCK, MARTINS PORANGABA,CARLOS MATUCK,
Não esqueçam, que para ver melhor é só clicar emcima da imagem.

Segunda-feira, Abril 09, 2007

QUEM QUISER PARTICIPAR DESTA MOSTRA DE ARTE POSTAL DO SESC, É CHEGADA A HORA

Prazo para inscrição do II Arte Postal SESC.
De 1 a 30 Abril.


II Arte Posta SESC-PB

Convocatório

1. DA EXPOSIÇÃO

· II Arte-Postal SESC-PB fará parte das atividade do festival de Artes Visuais da Paraíba que será realizado de 8 a 18 de maio na Área de lazer do SESC- CENTRO João Pessoa. Com apoio da subsecretaria de cultura do estado da Paraíba, Associart e Prefeitura Municipal de João Pessoa. Dentro da programação do festival de Artes Visuais da Paraíba.
· A Arte postal e uma manifestação artística formada por um circuito alternativo da Arte que utiliza a correspondência entre os artista para comunicar idéias, pensamentos, poemas, imagens em variados suportes, são propostas criativas e livres de regras. Seu foco central e a troca de informações e a formação de uma rede de relações interpessoais sem descriminação de nenhum tipo e sem exclusões.
· As experiência com arte postal são desenvolvidas por meio de projeto ou convocatórias muitas vezes baseadas em temas específicos que norteiam os trabalhos apresentados; lançados por meio de postal ou via Internet, as convocatórias pedem que os interlocutores envie sua produção para um ou vários endereços. Esse trabalho circula na rede e sofre interferência algumas vezes são expostas em várias parte do mundo.




2. DA REALIZAÇÃO


· A Exposição II Arte Postal – SESC tem a seguinte Programação:
· Inscrição: 1 a 30 de abril.
· Período e locais de exposição: 8 a 18 de Maio no SESC – CENTRO João Pessoa, Julho no SESC – Guarabira, Agosto no SESC – Cajazeiros, Setembro no SESC – Patos e Outubro no SESC – Souza.
· Abertura dia 8 de Maio as 19:30 h.
Local : Área de Lazer do SESC – CENTRO.
· Oficinas: 19 de Maio as 15:00 h.
· Palestra: 11 de Maio as 16:00 h.


3. DA INSCRIÇÃO


· Inscrição: 1 a 30 de Abril.
· Poderão participar da exposição artística de todos países do mundo.
· Cada participante deverá enviar pelos Correios, até 03 (três) trabalhos inéditos de sua autoria, com técnica livre, temática livre no tamanho padrão de 10 cm x 15 cm, os trabalhos devem estar em perfeitas condições para serem expostos.
· Trabalhos enviados fora do Prazo de inscrição,ou fora dos padrões solicitados serão desconsiderados.
· Os trabalhos devem ser enviados via correios para o endereço a baixo:
· Rua: Desembargado Souto Maior, 291- 3º Andar – Centro – CEP 58.013-190,
· Setor de Cultura.
· Fone: (083) 3208-3158. Fone: (083) 3208-3158.
· E-mail: artepostalsesc-pb@hotmail.com

· Coloque dentro do envelope nome completo, endereço residencial, fone e currículo abreviado.
· As despesas de envio dos trabalhos ocorrerão por conta dos artistas participantes.
· Após a término de todas exposições os trabalhos serão doados ao acervo do SESC – PB.
· O ato de envio do trabalho confirma a inscrição e a plena concordância com essa convocatória.
· Todos os artistas participantes receberão um certificado de participação do evento emitida pelo SESC – PB.
· Em nenhuma hipótese a Instituição organizadora se responsabiliza por quaisquer danos acorridos com os trabalhos enviados.
· Não haverá devolução dos trabalhos, todos eles serão integrados ao acervo do SESC-PB.
· O ato de envio do material para o SESC implica na aceitação incondicional de todas as normas descritas nessa convocatória.
· As inscrições para Palestra e Oficina serão realizadas no setor de cultura do SESC – CENTRO João Pessoa.
· Material da Oficina ficara por conta do aluno (Ministrado)

– Tesoura.
– Cola Branca.
– Xerox.
– Lápis Hidrocor.
– Tintas
– Pinces
– Materiais (alternativo)


4. RESPONSÁVEIS

· Serviço Social de Comercio – SESC-PB.


5.INFORMAÇÕES

· Setor de Cultura.
· Fone: (083) 3208-3158.
· E-mail: artepostalsesc-pb@hotmail.com




Realização

Domingo, Abril 08, 2007

PÁSCOA

UMA FELIZ PÁSCOA PARA TODOS DO GRUPO KABRA

Sábado, Abril 07, 2007

PESSOAL DO KABRA AÍ ESTÁ UM LINK DE UM WORKSHOP QUE O SÉRGIO LUCENA ESTÁ PARTICIPANDO EM SÃO PAULO, VEJAM

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u69992.shtml